Um maravilhoso Dia dos Namorados!!
Já temos tantas obrigações não é meu caros?
QUE O AMOR NÃO SEJA MAIS UMA!!
"Que ele perdure o tempo que for verdadeiro, que seja inteiro. Enfim, que estejamos unidos por querer e separados também. Permanecer com alguém por obrigação é morrer um pouco a cada dia.
Sinto uma pontada no peito toda vez que escuto essa palavra: obrigação!. Chego até a suspirar... Ela tem uma densidade, uma carga opressora que pesa mais que um elefante. Só o fato de cumprir com uma imposição, seja ela qual for, acaba com o tesão de qualquer um. Mas até aí, tudo bem, porque é impossível seguir somente as nossas vontades e fazer só aquilo que nos dá prazer. Então, agente vai levando, exercendo a parte chata da vida. rsrs Acostumamo-nos a responder mecanicamente às demandas da rotina, dos afazeres, dos compromissos. Normal! Coisas da vida!! Todos nós somos cumpridores dos nossos deveres.. Mas quando o assunto é amor, Deus que me livre do dever de amar .
Aí você pensa: Como é possível ser obrigado a amar? Não, não deveria ser possível. O amor é o sentimento mais bonito, mais forte e puro que existe. Quando se mistura ele, perde a essência e se converte em outras coisas que nada têm a ver com amor: posse, aprisionamento, carência, dependência, insegurança... deixa de ser genuíno e grandioso. Aí se despede da vontade do outro, do prazer da companhia, da paz, da saciedade, da segurança emocional.
Quando o amor vai embora, parece que ele deixa um clone no lugar. A sua cópia fidedigna, tão semelhante e ao mesmo tempo diferente e não natural e espontâneo. As pessoas se transformam na sombra de que foram um dia. Vão chutando para frente um sentimento lindo de outras épocas, pela razão de ter sido especial, mesmo que o presente nada se pareça com o passado e mesmo que as pessoas envolvidas, no "amor", não tenha nada mais haver uma com a outra. No fundo, elas têm a esperança de que algum dia acordem felizes e unidas, como em outras épocas. Acreditam que é só uma fase e nutrem a expectativa e ilusão de que logo logo o outro se transforme naquilo que a satisfaça. Pensam então: "a nuvem negra vai passar"!! Depois, se convencem de que o amor já não está mais ali, mas em memória do que ele já foi permanecem na penumbra da obrigação de amar um ao outro.
É tão injusto que dois corações se aturem em um compromisso de estarem juntos... como é doloroso.. como um murro em ponto de faca.. machuca demais.. Ficam ali, lado a lado, amargurados, porque se prometeram e agora cumprem com a obrigação de uma felicidade forçada. Sem a menor vontade de amar, dizem um "eu te amo" inanimados e automáticos, entre abraços frouxos e frios, além de beijos secos e insensíveis. Vivem na lonjura de um mesmo teto, entre sorrisos contidos e olhares baixos.
Então, o exercício do amor se consome no dever chato, sufocante, adoecedor, cansativo e tedioso. Pessoas unidas pelo compromisso e não pela vontade, vivem de alegrias superficiais, frustrações profundas, com o sonho de ser feliz, como antigamente e com a realidade triste que a solidão acompanha. Ao mesmo tempo, a sensação de segurança que o compromisso traz e o medo de sair da zona de conforto para assumir sua própria individualidade.
Já temos tantas obrigações, não é verdade, meus Caros? Que o amor não seja mais uma. Que ele perdure o tempo que for verdadeiro, que seja inteiro. Que estejamos unidos por querer e separados também.
Deus me livre da incumbência de amar, de ser feliz de mentirinha, da rejeição da minha própria companhia.
Abraços!
(Inspiração e paráfrase de artigo - via revista Bula)
By Maria Cristiany Pinho Silva
Já temos tantas obrigações não é meu caros?
QUE O AMOR NÃO SEJA MAIS UMA!!
"Que ele perdure o tempo que for verdadeiro, que seja inteiro. Enfim, que estejamos unidos por querer e separados também. Permanecer com alguém por obrigação é morrer um pouco a cada dia.
Sinto uma pontada no peito toda vez que escuto essa palavra: obrigação!. Chego até a suspirar... Ela tem uma densidade, uma carga opressora que pesa mais que um elefante. Só o fato de cumprir com uma imposição, seja ela qual for, acaba com o tesão de qualquer um. Mas até aí, tudo bem, porque é impossível seguir somente as nossas vontades e fazer só aquilo que nos dá prazer. Então, agente vai levando, exercendo a parte chata da vida. rsrs Acostumamo-nos a responder mecanicamente às demandas da rotina, dos afazeres, dos compromissos. Normal! Coisas da vida!! Todos nós somos cumpridores dos nossos deveres.. Mas quando o assunto é amor, Deus que me livre do dever de amar .
Aí você pensa: Como é possível ser obrigado a amar? Não, não deveria ser possível. O amor é o sentimento mais bonito, mais forte e puro que existe. Quando se mistura ele, perde a essência e se converte em outras coisas que nada têm a ver com amor: posse, aprisionamento, carência, dependência, insegurança... deixa de ser genuíno e grandioso. Aí se despede da vontade do outro, do prazer da companhia, da paz, da saciedade, da segurança emocional.
Quando o amor vai embora, parece que ele deixa um clone no lugar. A sua cópia fidedigna, tão semelhante e ao mesmo tempo diferente e não natural e espontâneo. As pessoas se transformam na sombra de que foram um dia. Vão chutando para frente um sentimento lindo de outras épocas, pela razão de ter sido especial, mesmo que o presente nada se pareça com o passado e mesmo que as pessoas envolvidas, no "amor", não tenha nada mais haver uma com a outra. No fundo, elas têm a esperança de que algum dia acordem felizes e unidas, como em outras épocas. Acreditam que é só uma fase e nutrem a expectativa e ilusão de que logo logo o outro se transforme naquilo que a satisfaça. Pensam então: "a nuvem negra vai passar"!! Depois, se convencem de que o amor já não está mais ali, mas em memória do que ele já foi permanecem na penumbra da obrigação de amar um ao outro.
É tão injusto que dois corações se aturem em um compromisso de estarem juntos... como é doloroso.. como um murro em ponto de faca.. machuca demais.. Ficam ali, lado a lado, amargurados, porque se prometeram e agora cumprem com a obrigação de uma felicidade forçada. Sem a menor vontade de amar, dizem um "eu te amo" inanimados e automáticos, entre abraços frouxos e frios, além de beijos secos e insensíveis. Vivem na lonjura de um mesmo teto, entre sorrisos contidos e olhares baixos.
Então, o exercício do amor se consome no dever chato, sufocante, adoecedor, cansativo e tedioso. Pessoas unidas pelo compromisso e não pela vontade, vivem de alegrias superficiais, frustrações profundas, com o sonho de ser feliz, como antigamente e com a realidade triste que a solidão acompanha. Ao mesmo tempo, a sensação de segurança que o compromisso traz e o medo de sair da zona de conforto para assumir sua própria individualidade.
Já temos tantas obrigações, não é verdade, meus Caros? Que o amor não seja mais uma. Que ele perdure o tempo que for verdadeiro, que seja inteiro. Que estejamos unidos por querer e separados também.
Deus me livre da incumbência de amar, de ser feliz de mentirinha, da rejeição da minha própria companhia.
Abraços!
(Inspiração e paráfrase de artigo - via revista Bula)
By Maria Cristiany Pinho Silva

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